CLÉLIO BERTI
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Ética e yôga

Têm crescido, assustadoramente, denúncias de assédio moral e sexual contra vários profissionais que tem contato direto com seus pacientes/clientes.


Os médicos ginecológicos, por exemplo, examinam as pacientes, sempre, com a presença de uma enfermeira. Muitos profissionais só se preocupam
depois de uma ação judicial.


No ramo do yôga, Bikram escapou de processo, nos Estados Unidos, ao abandonar o país. Osho também sofreu acusações dessa natureza. Portanto,
os profissionais precisam tomar cuidados para preservar-se de mal-entendidos que levam ao tribunal. Para evitar dissabores, o professor de yôga deverá tomar cuidados especiais, principalmente, no ambiente de trabalho. Uma ética estrita faz-se necessária. Por exemplo, ao corrigir uma posição que o aluno(a) faz, o
professor deverá ter muito cuidado, onde tocar o aluno(a). Às vezes, é preferível corrigir somente verbalmente.


Fora da sala de aula, o professor deverá manter, sempre, uma distância amigável do aluno, para evitar dupla interpretação.  Mesmo com todos os cuidados, pode haver alguma acusação, mas é muito raro.


Esses assuntos eu trabalho à exaustão no meu Curso Completo de Yôgavcom opção à formação profissional, na parte 2 (exclusiva para quem dará
aulas). Hoje, para ser bem-sucedido, o professor de yôga deverá contemplar uma formação sólida, na filosofia e no comportamento cotidiano.

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