Regressão terapêutica

escrito por Silvia Lá Mon

Desenvolvida pelo médico gaúcho Mauro Kwitko – criador e fundador da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (ABPR), da qual
faço parte desde 2015 –, a regressão terapêutica é baseada na revivência dos fatos do passado, seja desta ou outras encarnações.
Também se baseia no princípio de que nossas memórias estão em nossos corpos sutis e, então, incentivamos um relaxamento profundo na pessoa
que vai regredir, para não sentir tanto o seu corpo físico. Em seguida incentivamos uma elevação de sua frequência energética, o que
proporciona um fácil acesso aos seus mentores espirituais, que lhe oportunizam um retorno ao seu passado por meio do relaxamento profundo
induzido pelo terapeuta. A pessoa permanece consciente, não havendo nenhum método de hipnose.

As revelações dadas por esses mentores têm um fim útil – nunca para satisfazer a vã curiosidade. O terapeuta, nesse caso, é um auxiliar
responsável e habilidoso, que passa por uma longa formação e reforma pessoal. E quem deve, ou precisa, submeter-se a uma regressão ao seu
passado?

A terapia de regressão tem três objetivos principais. Um deles é o desligamento de situações traumáticas de vidas passadas nas quais a pessoa
ainda esteja sintonizada e ainda estejam lhe afetando a ponto de desenvolver fobias, medos, pânico e estados alterados de depressão,
ansiedades e outros desvios de comportamento.

O segundo objetivo é a conscientização de si mesmo, reconhecendo sua personalidade congênita (da qual falaremos melhor num próximo artigo) e
desenvolvendo sua reforma íntima, seu autoconhecimento.

Um terceiro e importante objetivo é desenvolver a visão do espírito em detrimento da limitada visão do ego, ou seja, expandir nossa percepção e
consciência para além das preocupações cotidianas, percebendo a eternidade e beleza de nosso espírito.

Obs.: as ideias aqui desenvolvidas são baseadas no programa do curso de formação da ABPR

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